Uma aventura que o meu avô me contava, que agora passo a cortar para vocês, com as minhas palavras...
A tarde arde ao sol e no acalento lento do vento, pela estrada caminhando vinha Pedro Malazarte mortinho de fome sequinho de sede. Para sua felicidade à beira da estrada encontrou uma generosa mina de água cristalina, onde pode saciar sua sede, mas não sua fome, no local não tinha nem uma fruta para comer, apenas um urubu com a asa machucada.
Sem dinheiro e sem alternativa, Pedro Malazarte pegou o urubu e colocou em um saco de pano, pelo menos agora ele possuía um bem, um belo urubu com a asa machucada e assim seguiu pela estrada á procura de comida. Lacrimas sonoras serpenteavam o seu rosto de fome, quando ele avistou uma pequena casa, não se fez de rogado, mas foi pedir comida e recebeu um eloqüente não como resposta da bela morena uma verdadeira flor de açucena.
Indignado sem ter para onde ir, se afastou um pouco e ficou observando a casa, completamente perdido acarinhava o seu urubu, quando viu um forte rapaz, trazendo vinho e comida, entrar sorrateiramente na casa e sair mais sorrateiramente ainda pelos fundos, quando o marido da serena morena chegou.
Pedro Malazarte, mortinho de fome, voltou a casa e pediu comida para o marido, que gentilmente lhe atendeu e perguntou: - o que você tem dentro do saco?
- Um urubu, ele é adivinho.
Surpreso o homem exclamou: - Adivinho como assim, deixa eu ver ele fazer uma adivinhação.
Matreiro Pedro Malazarte encostou o bico do urubu na orelha direita e falou: - na mesa do senhor tem uma comida muito boa, mas ela é simples, já no armário da cozinha tem uma comida muito chique, prontinha para comer.
O homem entrou em sua casa, contou a estória para a esposa e depois abriu o armário, ele ficou maravilhado com a comida e cochichou para ela: - Esse urubu é adivinho nada, ele é mágico, vou comprá-lo desse caipira.
Todos se fartaram da boa comida e depois Pedro Malazarte foi embora com um bom dinheiro no bolso, deixando o urubu para trás, que nunca mais adivinhou mais nada.
Copyright © 2010 Midu Gorini. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
Uma aventura que o meu avô me contava, que agora passo a cortar para vocês, com as minhas palavras...
A tarde arde ao sol e no acalento lento do vento, pela estrada caminhando vinha Pedro Malazarte mortinho de fome sequinho de sede. Para sua felicidade à beira da estrada encontrou uma generosa mina de água cristalina, onde pode saciar sua sede, mas não sua fome, no local não tinha nem uma fruta para comer, apenas um urubu com a asa machucada.
Sem dinheiro e sem alternativa, Pedro Malazarte pegou o urubu e colocou em um saco de pano, pelo menos agora ele possuía um bem, um belo urubu com a asa machucada e assim seguiu pela estrada á procura de comida. Lacrimas sonoras serpenteavam o seu rosto de fome, quando ele avistou uma pequena casa, não se fez de rogado, mas foi pedir comida e recebeu um eloqüente não como resposta da bela morena uma verdadeira flor de açucena.
Indignado sem ter para onde ir, se afastou um pouco e ficou observando a casa, completamente perdido acarinhava o seu urubu, quando viu um forte rapaz, trazendo vinho e comida, entrar sorrateiramente na casa e sair mais sorrateiramente ainda pelos fundos, quando o marido da serena morena chegou.
Pedro Malazarte, mortinho de fome, voltou a casa e pediu comida para o marido, que gentilmente lhe atendeu e perguntou: - o que você tem dentro do saco?
- Um urubu, ele é adivinho.
Surpreso o homem exclamou: - Adivinho como assim, deixa eu ver ele fazer uma adivinhação.
Matreiro Pedro Malazarte encostou o bico do urubu na orelha direita e falou: - na mesa do senhor tem uma comida muito boa, mas ela é simples, já no armário da cozinha tem uma comida muito chique, prontinha para comer.
O homem entrou em sua casa, contou a estória para a esposa e depois abriu o armário, ele ficou maravilhado com a comida e cochichou para ela: - Esse urubu é adivinho nada, ele é mágico, vou comprá-lo desse caipira.
Todos se fartaram da boa comida e depois Pedro Malazarte foi embora com um bom dinheiro no bolso, deixando o urubu para trás, que nunca mais adivinhou mais nada.
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