Desde pequeno, com apenas cinco anos, Carlos perguntava a sua mãe Maria, aonde teria ido seu pai, pois nunca o tinha visto. Sua mãe sempre respondia que ele havia morrido. Ninguém falava a verdade.
Aos oito anos, já alfabetizado, a escola pediu a todos os alunos trazerem seus registros de nascimento para uma atualização. Sem nada perceber, a professora quase no final da aula, entregou todos os documentos aos seus alunos.
Carlos, como era muito esperto, leu o conteúdo dele e nele constava: Pai desconhecido. Entristeceu, fechou logo e guardou-o na mochila e lendo os documentos dos colegas via que tinha o nome pai.
Chegando em casa para o almoço, como era de costume com sua avó, esperou sua mãe chegar do trabalho e na hora de dormir chamou-a no quarto e disse:
-Mamãe, por que você não me disse a verdade, mentiu para mim, que o meu pai havia morrido? Ele está bem vivo e quero conhecê-lo para perguntar-lhe por que nos abandonou? Eu o perdoo, mas nunca esquecerei.
A mãe ficou avermelhada, sem saber do paradeiro do pai , mas finalmente criou coragem e falou:
- Filho, quando sua mãe tinha apenas quinze anos, ainda uma mocinha ingênua apaixonei-me por um rapaz que me engravidou e, logo depois me abandonou. Desapareceu. O filho respondeu: Custe o que custar, eu vou encontrá-lo, nem que seja no último dia da minha vida.
Aos dezenove anos, por ironia do destino, Carlos, que era muito inteligente, ganhou uma bolsa de estudo para uma excelente faculdade no Rio Grande do Sul.
Durante algum tempo assistindo às aulas, Carlos percebeu algumas semelhanças que tinha com um professor chamado Jonas. Por sinal, ótimo professor.
Sorrateiramente, muito astúcio e estudioso, começou a se destacar na faculdade. Nas provas do professor Jonas, fazia questão de acertar tudo, para chamar a sua atenção e, assim começou uma amizade entre eles.
Passados algumas semanas, Jonas sem querer começou a contar-lhe da sua vida passada e nela se encontrava Maria, que havia abandonado. Disse que só fez isso, por que era muito jovem para assumir qualquer compromisso. Então Carlos respondeu - Professor Jonas: Eu sou o filho de Maria e fruto do seu abandono. Jonas amarelou e pediu perdão e Carlos que tinha uma boa índole disse:
-Professor, pois não posso lhe chamar de pai, eu o perdoo, mas nunca vou esquecer o que fizeste conosco. Não quero nada, não vou contar a ninguém que sou seu filho bastardo e, de agora em diante seremos apenas aluno e professor e nada mais.
Desde pequeno, com apenas cinco anos, Carlos perguntava a sua mãe Maria, aonde teria ido seu pai, pois nunca o tinha visto. Sua mãe sempre respondia que ele havia morrido. Ninguém falava a verdade.
Aos oito anos, já alfabetizado, a escola pediu a todos os alunos trazerem seus registros de nascimento para uma atualização. Sem nada perceber, a professora quase no final da aula, entregou todos os documentos aos seus alunos.
Carlos, como era muito esperto, leu o conteúdo dele e nele constava: Pai desconhecido. Entristeceu, fechou logo e guardou-o na mochila e lendo os documentos dos colegas via que tinha o nome pai.
Chegando em casa para o almoço, como era de costume com sua avó, esperou sua mãe chegar do trabalho e na hora de dormir chamou-a no quarto e disse:
-Mamãe, por que você não me disse a verdade, mentiu para mim, que o meu pai havia morrido? Ele está bem vivo e quero conhecê-lo para perguntar-lhe por que nos abandonou? Eu o perdoo, mas nunca esquecerei.
A mãe ficou avermelhada, sem saber do paradeiro do pai , mas finalmente criou coragem e falou:
- Filho, quando sua mãe tinha apenas quinze anos, ainda uma mocinha ingênua apaixonei-me por um rapaz que me engravidou e, logo depois me abandonou. Desapareceu. O filho respondeu: Custe o que custar, eu vou encontrá-lo, nem que seja no último dia da minha vida.
Aos dezenove anos, por ironia do destino, Carlos, que era muito inteligente, ganhou uma bolsa de estudo para uma excelente faculdade no Rio Grande do Sul.
Durante algum tempo assistindo às aulas, Carlos percebeu algumas semelhanças que tinha com um professor chamado Jonas. Por sinal, ótimo professor.
Sorrateiramente, muito astúcio e estudioso, começou a se destacar na faculdade. Nas provas do professor Jonas, fazia questão de acertar tudo, para chamar a sua atenção e, assim começou uma amizade entre eles.
Passados algumas semanas, Jonas sem querer começou a contar-lhe da sua vida passada e nela se encontrava Maria, que havia abandonado. Disse que só fez isso, por que era muito jovem para assumir qualquer compromisso. Então Carlos respondeu - Professor Jonas: Eu sou o filho de Maria e fruto do seu abandono. Jonas amarelou e pediu perdão e Carlos que tinha uma boa índole disse:
-Professor, pois não posso lhe chamar de pai, eu o perdoo, mas nunca vou esquecer o que fizeste conosco. Não quero nada, não vou contar a ninguém que sou seu filho bastardo e, de agora em diante seremos apenas aluno e professor e nada mais.