A qualidade de vida dos brasileiros é, hoje, pior que há uns trinta e cinco anos. Naquela época, se você tivesse somente o segundo grau, fosse inteligente e de boa aparência era o que bastava para arrumar um bom emprego invejado e, com um bom salário.
Sei, por experiência própria, que os concursos públicos daquela época eram mais difíceis do que os de hoje, só havia uma vantagem; o número de candidatos era menor, mas o que valia era seu Q.I. As provas eram corrigidas a mão por professores habilitados e honestos. Tinha o famoso "x" nas questões, mas as respostas deveriam estar em consonância com o rascunho que deveríamos deixar numa folha em branco na prova de matemática e física. Eram cinquenta questões, mais ou menos, que fazíamos e os professores apostavam mais aos que tinham melhor raciocínio lógico. Não havia o "chute" e nem apadrinhamento. Havia sim, honestidade.
Hoje, num concurso o que vale, na maioria dos casos, é o famoso segundo Q.I. ( Quem Indica ). O candidato pode ser um ignorante, não importa, seu lugar estará reservado, fora os gabaritos que são vendidos a preços exorbitantes, dando ênfase a corrupção.
Na minha opinião, deveria mudar esse tal de cargo efetivo, assim se o funcionário público não tivesse êxito no trabalho e não fosse respeitoso com a população, deveria ser demitido, com todos os seus direitos.
E os cargos comissionados então; é uma vergonha. A pessoa, funcionária pública num cargo subalterno, galga cargos de chefia e não tem nenhuma sabedoria para tal, passam à frente de candidatos habilitados que passaram noites mal dormidas para estudarem para um cargo melhor.
Os salários de autrora eram melhores do que os de hoje e não era difícil, em poucos anos, sem se endividar, construir seu patrimônio e uma família feliz.
Hoje, o dinheiro fala mais alto. Todos querem enriquecer do dia para a noite e gastam seu suado dinheiro em loterias, todos os dias. E a fortuna não vem.
Façam os cálculos de quanto gastam por ano os compulsivos em jogos e outras besteiras que compram financiadas para ter status, que não têm, e poupem esse dinheiro. Tenho certeza, que talvez não fiquem ricos, mas dormirão bem à noite, pois, terão condições de pagarem seus compromissos sem se afundarem em bancos, que os farão endividar cada dia mais.
Ninguém precisa de muito estudo para saber controlar os seus gastos e ter uma boa qualidade de vida.
A qualidade de vida dos brasileiros é, hoje, pior que há uns trinta e cinco anos. Naquela época, se você tivesse somente o segundo grau, fosse inteligente e de boa aparência era o que bastava para arrumar um bom emprego invejado e, com um bom salário.
Sei, por experiência própria, que os concursos públicos daquela época eram mais difíceis do que os de hoje, só havia uma vantagem; o número de candidatos era menor, mas o que valia era seu Q.I. As provas eram corrigidas a mão por professores habilitados e honestos. Tinha o famoso "x" nas questões, mas as respostas deveriam estar em consonância com o rascunho que deveríamos deixar numa folha em branco na prova de matemática e física. Eram cinquenta questões, mais ou menos, que fazíamos e os professores apostavam mais aos que tinham melhor raciocínio lógico. Não havia o "chute" e nem apadrinhamento. Havia sim, honestidade.
Hoje, num concurso o que vale, na maioria dos casos, é o famoso segundo Q.I. ( Quem Indica ). O candidato pode ser um ignorante, não importa, seu lugar estará reservado, fora os gabaritos que são vendidos a preços exorbitantes, dando ênfase a corrupção.
Na minha opinião, deveria mudar esse tal de cargo efetivo, assim se o funcionário público não tivesse êxito no trabalho e não fosse respeitoso com a população, deveria ser demitido, com todos os seus direitos.
E os cargos comissionados então; é uma vergonha. A pessoa, funcionária pública num cargo subalterno, galga cargos de chefia e não tem nenhuma sabedoria para tal, passam à frente de candidatos habilitados que passaram noites mal dormidas para estudarem para um cargo melhor.
Os salários de autrora eram melhores do que os de hoje e não era difícil, em poucos anos, sem se endividar, construir seu patrimônio e uma família feliz.
Hoje, o dinheiro fala mais alto. Todos querem enriquecer do dia para a noite e gastam seu suado dinheiro em loterias, todos os dias. E a fortuna não vem.
Façam os cálculos de quanto gastam por ano os compulsivos em jogos e outras besteiras que compram financiadas para ter status, que não têm, e poupem esse dinheiro. Tenho certeza, que talvez não fiquem ricos, mas dormirão bem à noite, pois, terão condições de pagarem seus compromissos sem se afundarem em bancos, que os farão endividar cada dia mais.
Ninguém precisa de muito estudo para saber controlar os seus gastos e ter uma boa qualidade de vida.
