A poesia nos afugenta das maldades humanas, que nesse século está caminhando para as atrocidades feitas por toda a massa humana.
Não dá nem para descansarmos ao sentar em um sofá e assistirmos televisão. Só mostram falcatruas políticas, corrupção jorrando escandalosamente. É a mídia que só nos mostra roubos, favelas rolando morro abaixo, tráfico das nossas belas mulheres, que por vezes são usadas para a prostituição em outros países.
No Brasil, nem o que está escrito na Constituição é cumprido. O salário mínimo é de R$510,00 que, com essa mísera quantia o cidadão tem que pagar aluguel e sustentar os seus filhos, que, por sinal são muitos.
Nosso país não tem controle de natalidade. Essas crianças irão crescer vendo a dificuldade que terão para sobreviver e roubam pequenas coisas, para que no futuro tornarem-se grandes ladrões e assassinos, muitas vezes de aluguel. Quando pegos, sofrem abusos e são açoitados pelos funcionários desses presídios que mais parece segregação humana em pocilga.
Mas apesar da desigualdade social brasileira, eis aqui uma poesia de um presidiário:
A poesia nos afugenta das maldades humanas, que nesse século está caminhando para as atrocidades feitas por toda a massa humana.
Não dá nem para descansarmos ao sentar em um sofá e assistirmos televisão. Só mostram falcatruas políticas, corrupção jorrando escandalosamente. É a mídia que só nos mostra roubos, favelas rolando morro abaixo, tráfico das nossas belas mulheres, que por vezes são usadas para a prostituição em outros países.
No Brasil, nem o que está escrito na Constituição é cumprido. O salário mínimo é de R$510,00 que, com essa mísera quantia o cidadão tem que pagar aluguel e sustentar os seus filhos, que, por sinal são muitos.
Nosso país não tem controle de natalidade. Essas crianças irão crescer vendo a dificuldade que terão para sobreviver e roubam pequenas coisas, para que no futuro tornarem-se grandes ladrões e assassinos, muitas vezes de aluguel. Quando pegos, sofrem abusos e são açoitados pelos funcionários desses presídios que mais parece segregação humana em pocilga.
Mas apesar da desigualdade social brasileira, eis aqui uma poesia de um presidiário:
