
Se pudéssemos contar nos dedos os amigos que temos, não seria necessário tê – los .
A verdade sai da boca sem elogios, mas com a firmeza de uma rocha.
O vento que sopra a vela pode derrubar um grão de areia, mas não a dignidade das pessoas de bem.
Não acredite em elogios abundantes, pois eles serão como um castelo de areia em que as ondas batem para derruba-lo. E uma vez no chão, o verdadeiro, irá estender sua mão, enquanto que os outros irão soprar com força para que a vela se apague. Outrossim, vem a escuridão e bem dentro da nossa consciência vemos o quão fomos fracos em acreditar que o aprazível é sempre mais confiável.
Apesar de vários tombos que temos em nossa existência, nunca aprendemos a distinguir o verdadeiro do falso e seguimos sempre num barco, à deriva.
Deus nos deu a inteligência para que possamos discernir os dois lados, e deu-nos, através de Cristo, a sua última lição:
“Pai, perdôa-os, por que ele não sabem o que fazem”.

Se pudéssemos contar nos dedos os amigos que temos, não seria necessário tê – los .
A verdade sai da boca sem elogios, mas com a firmeza de uma rocha.
O vento que sopra a vela pode derrubar um grão de areia, mas não a dignidade das pessoas de bem.
Não acredite em elogios abundantes, pois eles serão como um castelo de areia em que as ondas batem para derruba-lo. E uma vez no chão, o verdadeiro, irá estender sua mão, enquanto que os outros irão soprar com força para que a vela se apague. Outrossim, vem a escuridão e bem dentro da nossa consciência vemos o quão fomos fracos em acreditar que o aprazível é sempre mais confiável.
Apesar de vários tombos que temos em nossa existência, nunca aprendemos a distinguir o verdadeiro do falso e seguimos sempre num barco, à deriva.
Deus nos deu a inteligência para que possamos discernir os dois lados, e deu-nos, através de Cristo, a sua última lição:
“Pai, perdôa-os, por que ele não sabem o que fazem”.